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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Compaixão

Compaixão é enxergar o sofrimento do outro, mesmo quando estamos em meio aos nossos próprios problemas.

Compaixão é uma doce palavra, que torna o coração sensível e está muito além de somente comover-se com o sofrimento material de alguém.

É claro que fome, pobreza e doença sensibilizam a alma, mas a compaixão também pode ser traduzida pelo sentimento de compreensão perante as pessoas difíceis, pelo perdão a quem nos ofende e maltrata.

Diga-se, a mais difícil forma de compaixão é tolerar aqueles que são desagradáveis ou causam prejuízos.

Portanto, a mais séria pergunta é: Como amar os que nos humilham sem nos tornarmos covardes?

A resposta foi dada por Jesus: Seja o teu dizer sim, sim; não, não. Isto é: sinceridade, transparência sempre. Mas tudo isso dulcificado pela compaixão.

Não se trata de achar que o outro é um coitado ou um medíocre. Quem pensa assim está desprezando a outra pessoa.

O estado de compaixão compreende o próximo verdadeiramente. Não se põe em posição superior a ele. Não o humilha.

A verdadeira compaixão é generosa. Ela entende o momento e as razões da outra pessoa.

Um exemplo de gesto de compaixão está em Jesus: no alto da cruz, fustigado por fome e sede, traído pelos amigos, torturado pelos homens, ele ergueu os olhos para o Céu e pediu simplesmente ao Pai Celeste: Perdoa-os, Pai, pois não sabem o que fazem.

Não lhes enumerou os erros, mas suplicou para eles o perdão Divino.

Certamente cada um dos que feriram Jesus carregou, durante anos a fio, o peso do remorso. A Lei Divina não deixou de agir neles.

Mas, enquanto Seus algozes permaneciam na Terra, açoitados pela própria consciência, o Cristo seguia adiante, em paz consigo mesmo.

Hoje - pelo menos hoje - pense na grandeza desse gesto e imite Jesus.

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